O que é Facebook: história, funcionamento e uso nas vendas

Facebook é a rede social criada em 2004 e hoje da Meta. Veja a história, como funcionam páginas e grupos e como usá-lo para atrair clientes e se relacionar.

O que é Facebook: história, funcionamento e uso nas vendas

Logo do Facebook

Facebook é uma rede social criada em 2004 por Mark Zuckerberg e colegas de Harvard, hoje parte da Meta, em que pessoas e empresas se conectam por perfis, páginas, grupos e mensagens. Por ter um público amplo e variado e por reunir página da empresa, comunidade e anúncios no mesmo lugar, a plataforma pode atuar como canal de aquisição e de relacionamento, com o WhatsApp como destino da conversa de venda.

A história do Facebook

O Facebook foi fundado em 4 de fevereiro de 2004, em Cambridge, nos Estados Unidos, com o nome TheFacebook. Mark Zuckerberg criou a rede com colegas de Harvard, entre eles Eduardo Saverin, Andrew McCollum, Dustin Moskovitz e Chris Hughes, de acordo com a Wikipédia em inglês. No início, só estudantes de Harvard podiam entrar, e a rede logo se estendeu a outras universidades americanas e canadenses. Em 2005, a empresa abandonou o artigo "The" e adotou o nome atual. Em 2006, qualquer pessoa com 13 anos ou mais e um e-mail válido passou a poder se cadastrar.

Para as empresas, o marco foi o lançamento das Páginas, em 2007, voltadas a marcas e celebridades. O botão Curtir veio em 2009, o Messenger virou aplicativo separado em 2011, e a companhia comprou o Instagram em 2012 e o WhatsApp em 2014, como conta a história do WhatsApp. Em outubro de 2021, o grupo anunciou o novo nome, Meta, para reunir seus aplicativos sob uma só marca, mas o Facebook continuou existindo como serviço, conforme o comunicado oficial.

Como o Facebook funciona e o que o diferencia

O Facebook organiza as relações de três maneiras. No perfil pessoal, a conexão é de amizade e exige aceite dos dois lados. Nas páginas, que representam marcas, pessoas públicas e negócios, qualquer usuário pode seguir sem pedir permissão. Nos grupos, as pessoas se reúnem em torno de um interesse, com regras e moderação próprias, e as publicações podem ficar visíveis só para os membros.

O feed é ordenado por um algoritmo, o que significa que nem tudo o que uma página publica chega a todos os seguidores. A receita da plataforma vem de anúncios segmentados com base nos dados dos usuários, e é por isso que o tráfego pago tem papel central ali. Completam o conjunto o Messenger, para conversas, as transmissões ao vivo e os eventos. Por ter chegado antes de outras redes e aberto o cadastro a todos, o Facebook costuma reunir públicos de idades e regiões variadas, o que o torna útil para negócios locais. Vale conferir, com os seus próprios clientes, se esse público está lá.

O Facebook na estratégia de vendas

O Facebook cumpre dois papéis na estratégia de vendas, e os dois acabam no WhatsApp:

  • Aquisição: os anúncios segmentados, em especial os click-to-WhatsApp, levam pessoas direto à conversa, e grupos e páginas locais ajudam a ser encontrado por quem mora perto.
  • Relacionamento: a página funciona como a ficha oficial do negócio, com horário, endereço e avaliações, os grupos reúnem clientes em uma comunidade, e as respostas públicas a dúvidas servem de prova social.

Considere um exemplo ilustrativo. Uma loja de materiais de construção mantém uma página com horário, endereço e avaliações e um grupo em que clientes perguntam sobre obra e mostram fotos do que fizeram. Quando alguém pergunta qual tinta usar na área externa, a equipe responde no grupo e convida a pessoa a pedir o orçamento pelo WhatsApp, com um link do WhatsApp na página. A confiança construída ali encurta a conversa de vendas, e o CRM registra que o contato veio do Facebook. Quem quiser ir além pode convidar os mais engajados para um grupo de WhatsApp, com consentimento de cada pessoa.

Cuidados e limites do Facebook

O alcance orgânico das páginas costuma ser limitado, então vale combinar publicações com anúncios e com uma lista própria de contatos, formada com consentimento claro. Use a página, e não o perfil pessoal, para a empresa, e confira as regras de publicidade e de comércio da plataforma antes de anunciar. Modere os comentários sem apagar críticas legítimas e responda às mensagens com rapidez. Trate os dados que chegam por mensagem conforme a LGPD. Para alcançar quem passa mais tempo em vídeo curto, o TikTok e os Reels do Instagram completam o plano.

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