O que é Microsoft: história, produtos e uso nas vendas

Microsoft é a empresa do Windows, do Office, do Bing e do LinkedIn. Veja a história, os produtos e como entram na estratégia de vendas e de relacionamento.

Logo da Microsoft

Microsoft é uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, conhecida pelo sistema Windows e pelos programas do pacote Office, hoje oferecidos como Microsoft 365. Ela também é dona do LinkedIn, do buscador Bing e da plataforma de anúncios Microsoft Advertising, além de ter um serviço de nuvem, o Azure. Para quem vende, a Microsoft aparece de duas formas: como fornecedora de ferramentas usadas no dia a dia da empresa e como dona de canais de aquisição, principalmente para o público profissional.

A história da Microsoft

A Microsoft foi fundada em 1975, em Albuquerque, nos Estados Unidos, por Bill Gates e Paul Allen, de acordo com a Expansión. O negócio começou com linguagens de programação para os primeiros computadores pessoais e se firmou quando o sistema operacional da empresa passou a equipar a maior parte desses aparelhos. Com o tempo, ela ampliou a atuação para programas de escritório, jogos, nuvem e, mais recentemente, inteligência artificial.

Para o marketing, dois episódios pesam. O primeiro é o lançamento do Bing, em 2009, que deu à empresa um buscador próprio. O segundo é a compra do LinkedIn, anunciada em junho de 2016 e concluída em dezembro do mesmo ano, por cerca de US$ 26,2 bilhões, segundo o TechCrunch. O LinkedIn manteve a própria marca e uma operação independente, mas passou a fazer parte de um grupo que também vende anúncios para o público profissional. Com isso, a empresa passou a ter, ao mesmo tempo, um buscador, uma rede de relacionamento profissional e uma plataforma de anúncios que une os dois.

Como a Microsoft funciona e o que a diferencia

O diferencial da Microsoft sempre esteve no ambiente de trabalho: o Windows, o Excel, o Word, o Outlook e o Teams são ferramentas que muita gente usa todos os dias. Isso dá a ela um alcance entre profissionais e empresas que poucas concorrentes têm. Para o marketing, o resultado é um público que passa horas em computadores de trabalho, onde o navegador Edge e o Bing são o padrão.

A empresa mantém ainda ferramentas de interesse direto para sites e vendas, como o Microsoft Clarity, que mostra como as pessoas navegam em uma página, e o Dynamics 365, uma linha de sistemas de gestão e de relacionamento com o cliente. Esses produtos coexistem com os de outras empresas, e a escolha depende do tamanho do negócio e do orçamento.

A Microsoft na estratégia de vendas

A Microsoft entra na estratégia em três frentes, e cada uma tem um papel diferente:

  • Aquisição: o LinkedIn e o Microsoft Advertising alcançam o público profissional, e o Bing é um complemento ao Google na busca.
  • Relacionamento: o e-mail do Outlook, o Teams e o próprio LinkedIn mantêm o contato com clientes e parceiros, em especial nas vendas entre empresas.
  • Gestão: o Excel e os sistemas de relacionamento, como um CRM, organizam os contatos e as etapas de venda.

Considere um exemplo ilustrativo. Uma consultoria que vende para empresas publica artigos no LinkedIn, anuncia para cargos específicos e usa o Bing em uma campanha pequena. Os interessados chegam a uma página e a um botão que leva ao WhatsApp, e o CRM guarda a origem de cada conversa, o que mostra qual canal compensa.

Cuidados e limites da Microsoft

A Microsoft não é um canal único: cada produto tem público, regras e custo próprios, e é preciso medir cada um. Nem tudo vende no Brasil com a mesma força que nos Estados Unidos, e as funções dos produtos mudam. Antes de investir em anúncios ou em ferramentas, teste com uma verba pequena e compare o resultado com o de outros canais. Cuide dos dados dos clientes conforme a LGPD e confira onde cada serviço guarda as informações. O resultado de um produto não se transfere ao outro, e vender no LinkedIn exige uma abordagem diferente da de anunciar no Bing.

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